“Salvador desaprova Bolsonaro e governos que não cuidam de gente”, diz PT de Salvador

Foto: Política Livre Presidente do PT de Salvador, Ademário Costa 17 de outubro de 2020 | 15:34

“Salvador desaprova Bolsonaro e governos que não cuidam de gente”, diz PT de Salvador

Pesquisa divulgada neste sábado (17) mostra que 62% da população de Salvador desaprovam o Governo de Bolsonaro. Para o Partido dos Trabalhadores – PT de Salvador, os dados do Ibope mostram mais que o nível de aprovação ou reprovação de Bolsonaro, mas revelam que a capital baiana não aceita governos neoliberais, conservadores e que priorizam o capital em detrimento das pessoas. “Salvador já deixou claro que não aprova Bolsonaro, nem governos que priorizam o dinheiro, os grandes empresários e a velha política. Ou seja, Salvador desaprova governos que não cuidam de gente e quer quem governa com e para as comunidades, que representam a grande parte da cidade”, destacou o presidente do PT de Salvador, Ademário Costa.

Segundo Ademário, a população de Salvador prefere governos que trabalham para garantir políticas sociais. “Salvador é uma capital da resistência, que sabe a diferença entre governos de direita e de esquerda. É a capital mais negra do País, formada por dezenas de comunidades populares habitadas, na sua maioria, por mulheres pretas, mães, e por trabalhadores informais que conhecem a importância de políticas públicas sociais que promovem uma vida mais digna, com direitos garantidos. Salvador não aceita mais essa política excludente, elitista, machista e branca. Salvador quer governos participativos e que garantam melhorias concretas para a população como um todo”, afirmou Ademário.

Ademário também afirmou ser um sinal o fato de mais da metade da população de Salvador não aprovar Bolsonaro e de grandes regiões como o Nordeste, Sudeste e Sul também declarem como ruim e péssimo o atual governo federal. “Neste cenário de disputa de projetos, entre o social e o capital, a pesquisa mostra que o Brasil também não aceita mais governos que aumentam a desigualdade social e enfraquecem o Estado para favorecer uma economia excludente, submissa e reacionária. Queremos um Brasil forte, com uma população socialmente assistida, e é isso que municípios como Salvador estão apontando nesta pesquisa”, ressaltou Ademário.

Fonte: Política Livre

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