Menos de 1% dos pacientes atendidos nas Mini UPAs necessitaram de transferência hospitalar para continuidade do tratamento

Foto: Divulgação/Ascom/Arquivo Cada Mini UPA é composta por cerca de 80 profissionais 27 de janeiro de 2022 | 13:12

Menos de 1% dos pacientes atendidos nas Mini UPAs necessitaram de transferência hospitalar para continuidade do tratamento

Os altos índices de resolutividade e eficiência dos serviços prestados nas quatro Mini UPAs implantadas pela Prefeitura de Salvador tem chamado a atenção. Inauguradas na última quinta-feira (20), dos 5.221 atendimentos realizados nas unidades adaptadas para o acolhimento de urgência e emergência, apenas seis pacientes necessitaram de transferência hospitalar para continuidade do tratamento. Isso representa menos de 1% dos casos.

Localizadas nas USFs IAPI, Imbuí, Pirajá e Itapuã, cerca de 90% dos pacientes que procuraram os serviços das Mini UPAs apresentavam sintomas gripais. As unidades também realizaram testes rápidos para covid-19.

De acordo com o coordenador médico das unidades, Ikaro Fritella, a expertise no gerenciamento e operacionalização desse tipo de unidade adquirida pela Fundação ABM de Pesquisa e Extensão na Área da Saúde (FABAMED), Organização Social que administra os postos, é um dos principais pontos que contribuem para alta resolutividade.

“Temos equipes qualificadas e especializadas para o acolhimento desse perfil assistencial. Também adotamos fluxos e protocolos bem definidos que aumentam a resolutividade do atendimento e minimiza a necessidade de transferência dos pacientes para unidades de maior complexidade”, explicou o médico.

Cada Mini UPA é composta por cerca de 80 profissionais entre médicos, enfermeiros, assistente social, farmacêutico, nutricionista, técnico de enfermagem e demais trabalhadores. As unidades têm a capacidade de atender juntas cerca de mil pessoas por dia.

Fonte: Política Livre

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